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Quando chamo a composição desta obra de estórias, com “e”, é a fim de que as pessoas possam ler cada capítulo como se fossem contos, sem se importarem com qualquer tipo de registro fiel, mas se deixando levar pela maneira como as estórias são contadas, uma maneira coloquial mesmo, como se reproduzisse o que vivemos em cada momento da viagem, e a fantasia foi tanta, tirando os horrores, e os causos se sucedendo um atrás do outro sem parar, que nos sentimos mesmo dentro desta obra, todo dia sentiamo-nos nas páginas de um livro que ainda seria escrito, e escrevíamos todos os dias, com medo de parar de existir.
Das fotos já não podemos dizer que não sejam um registro fiel, mas ilustram tão bem a fantasia, que podemos chamá-las simplesmente de fotos.
Dedico esta obra ao Marcel Portela e ao Thiago Seike, que cuidaram das minhas cachorras e das gatas enquanto eu e o Neander vivíamos 36 dias na estrada, e ao Aécio Mineiro, que fez os últimos reparos na moto, e de graça.
Cinthia C. Santos
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Ola Cintia! Demais a viagem.. pouco a pouco vou me interando dos passos por vcs dados. Nos vimos no último dia de carnaval (ontem) com a galera do Berra!
Me lembro que cantamos uma música do Luiz Tati em frente ao vitaki (nao me lembro qual era agora, rs). Adorei toda a festa, as pessoas nas ruas. Momentos de muita intensidade de vida!
Prazer!
Comentário por junior fevereiro 18, 2010 @ 3:35 am